Por um bom tempo, eu tive essa sensação, esse medo e essa ansiedade com o futuro. Hoje, vivo do estoicismo de saber que não está no meu controle essa barca furada capislistica. Hoje, me adequo onde dá e mantenho longe onde tem importância.
A história da humanidade se dá dos inúmeros avanços tecnológicos e das grandes revoluções. Da descoberta do fogo ao motor de combustão, uma certeza existe:
nois gosta de coisa nova e brilhante.
Eu entendo o discurso: “não use IA, vai derreter seu celebro”, “não use IA, o seu lado humano agradece”. E concordo em partes. Mas acho que se equivocam aqueles que se negam completamente à usar o próximo grande passo evolutivo que temos.
Não fique pra trás pela sua moralidade em um sistema que não liga pra ela.
Até porque, o mercado já inseriu ela lá. Não tem mais volta.
0%
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Q2 2023
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Q2 2024
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Q3 2025
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Q4 2025
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Q1 2026
52%
Q2 2026
Em pesquisa feita nos Estados Unidos, 52% dos empregadores agora usam IA no trabalho, subindo de 21% desde 2023;
47%
dos trabalhadores dos EUA
disseram que seus chefes integraram ferramentas de IA, em comparação
com 38% no final de 2025;
54%
dos trabalhadores globalmente disseram ter usado IA no trabalho durante o ano anterior, mesmo que 14% utilizassem IA generativa diariamente.
E eu não preciso desses dados para saber isso. No meu próprio emprego eu já incorporei em boa parte do meu processo IAs.
O mercado criatvio está sendo atacado pelo desenvolvimento cada vez maior dessas inteligências. Temos a cada 2~3 meses uma nova engine pelos maiores competidores. E sim, elas estão ficando melhores, e sim, elas estão fazendo um bom trabalho quando se pensa em integração com design. Pretendo fazer um outro blogpost sobre o que aprendi que existe com IA.
Porém existem coisas absurdas que estão sendo feitas com a Astra do ChatGPT por exemplo. Aqui vão algumas coisas que eu já vi que foram feitas com ajuda de IA.

Uma visualização do universo feita inteira em ASCII, clicável navegável e com informações sobre cada um dos pontos em que acessamos. Um projeto que pessoalmente levariam talvez anos se feito por uma pessoa, levou cerca de 3 dias usando a IA. Não é uma competição justa.

Um simulador de voo multiplayer rodando direto no navegador.
O Pieter Levels fez o projeto com IA e Cursor, e dá pra voar junto com outras pessoas num mundo 3D. Sim, um jogo de avião.
No navegador.

Uma cidade em 3D onde cada perfil do GitHub vira um prédio. Quanto mais contribuições, mais alto ele fica. Segundo o criador, a primeira versão saiu em um dia usando Claude Code. Um jeito bem mais interessante de olhar pra um monte de números.

Um robozinho passeando por um planeta, coletando luzes e acordando flores estranhas. Feito por Sara Nemati com Astra e Scenario. É um jogo 3D pequeno, mas cheio de personalidade. Dá vontade de ficar ali só olhando.
E é aí que eu volto naquela ansiedade do começo. É muito fácil olhar pra isso e pensar que acabou, que tudo que a gente aprendeu perdeu o valor. Eu também tenho esses momentos. Mas ficar acompanhando cada lançamento como se fosse uma contagem regressiva pro meu desemprego não vai me ajudar em nada.
Hoje eu prefiro aprender a usar, entender onde funciona e onde só me faz perder tempo. Não preciso gostar de tudo que vem junto pra reconhecer que tem coisa útil ali. E também não preciso colocar IA em cada canto da minha vida só porque agora dá.
No fim, eu continuo gostando de criar coisas. Se essa tecnologia me ajuda a tirar uma ideia da cabeça, eu uso. Se a graça está em fazer sozinho, eu faço. Já tem coisa demais que o mercado decide por mim. Essa parte eu ainda quero decidir.
Por um bom tempo, eu tive essa sensação, esse medo e essa ansiedade com o futuro. Hoje, vivo do estoicismo de saber que não está no meu controle essa barca furada capislistica. Hoje, me adequo onde dá e mantenho longe onde tem importância.
A história da humanidade se dá dos inúmeros avanços tecnológicos e das grandes revoluções. Da descoberta do fogo ao motor de combustão, uma certeza existe: nois gosta de coisa nova e brilhante.
Eu entendo o discurso: “não use IA, vai derreter seu celebro”, “não use IA, o seu lado humano agradece”. E concordo em partes. Mas acho que se equivocam aqueles que se negam completamente à usar o próximo grande passo evolutivo que temos.
Não fique pra trás pela sua moralidade em um sistema que não liga pra ela.
Até porque, o mercado já inseriu ela lá. Não tem mais volta.
Q2 2026
52%
Q1 2026
50%
Q4 2025
46%
Q3 2025
45%
Q2 2025
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Q2 2024
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Q2 2023
21%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
Em pesquisa feita nos Estados Unidos, 52% dos empregadores agora usam IA no trabalho, subindo de 21% desde 2023;
47%
dos trabalhadores dos EUA disseram que seus chefes integraram ferramentas de IA, em comparação com 38% no final de 2025;
54%
dos trabalhadores globalmente disseram ter usado IA no trabalho durante o ano anterior, mesmo que 14% utilizassem IA generativa diariamente.
E eu não preciso desses dados para saber isso. No meu próprio emprego eu já incorporei em boa parte do meu processo IAs.
O mercado criatvio está sendo atacado pelo desenvolvimento cada vez maior dessas inteligências. Temos a cada 2~3 meses uma nova engine pelos maiores competidores. E sim, elas estão ficando melhores, e sim, elas estão fazendo um bom trabalho quando se pensa em integração com design. Pretendo fazer um outro blogpost sobre o que aprendi que existe com IA.
Porém existem coisas absurdas que estão sendo feitas com a Astra do ChatGPT por exemplo. Aqui vão algumas coisas que eu já vi que foram feitas com ajuda de IA.

Uma visualização do universo feita inteira em ASCII, clicável navegável e com informações sobre cada um dos pontos em que acessamos. Um projeto que pessoalmente levariam talvez anos se feito por uma pessoa, levou cerca de 3 dias usando a IA. Não é uma competição justa.

Um simulador de voo multiplayer rodando direto no navegador.
O Pieter Levels fez o projeto com IA e Cursor, e dá pra voar junto com outras pessoas num mundo 3D. Sim, um jogo de avião.
No navegador.

Uma cidade em 3D onde cada perfil do GitHub vira um prédio. Quanto mais contribuições, mais alto ele fica. Segundo o criador, a primeira versão saiu em um dia usando Claude Code. Um jeito bem mais interessante de olhar pra um monte de números.

Um robozinho passeando por um planeta, coletando luzes e acordando flores estranhas. Feito por Sara Nemati com Astra e Scenario. É um jogo 3D pequeno, mas cheio de personalidade. Dá vontade de ficar ali só olhando.
E é aí que eu volto naquela ansiedade do começo. É muito fácil olhar pra isso e pensar que acabou, que tudo que a gente aprendeu perdeu o valor. Eu também tenho esses momentos. Mas ficar acompanhando cada lançamento como se fosse uma contagem regressiva pro meu desemprego não vai me ajudar em nada.
Hoje eu prefiro aprender a usar, entender onde funciona e onde só me faz perder tempo. Não preciso gostar de tudo que vem junto pra reconhecer que tem coisa útil ali. E também não preciso colocar IA em cada canto da minha vida só porque agora dá.
No fim, eu continuo gostando de criar coisas. Se essa tecnologia me ajuda a tirar uma ideia da cabeça, eu uso. Se a graça está em fazer sozinho, eu faço. Já tem coisa demais que o mercado decide por mim. Essa parte eu ainda quero decidir.
Por um bom tempo, eu tive essa sensação, esse medo e essa ansiedade com o futuro. Hoje, vivo do estoicismo de saber que não está no meu controle essa barca furada capislistica. Hoje, me adequo onde dá e mantenho longe onde tem importância.
A história da humanidade se dá dos inúmeros avanços tecnológicos e das grandes revoluções. Da descoberta do fogo ao motor de combustão, uma certeza existe:
nois gosta de coisa nova e brilhante.
Eu entendo o discurso: “não use IA, vai derreter seu celebro”, “não use IA, o seu lado humano agradece”. E concordo em partes. Mas acho que se equivocam aqueles que se negam completamente à usar o próximo grande passo evolutivo que temos.
Não fique pra trás pela sua moralidade em um sistema que não liga pra ela.
Até porque, o mercado já inseriu ela lá. Não tem mais volta.
| Trimestre | Percentual |
|---|---|
| Q2 2023 | 21% |
| Q2 2024 | 27% |
| Q2 2025 | 40% |
| Q3 2025 | 45% |
| Q4 2025 | 46% |
| Q1 2026 | 50% |
| Q2 2026 | 52% |
Em pesquisa feita nos Estados Unidos, 52% dos empregadores agora usam IA no trabalho, subindo de 21% desde 2023;
47%
dos trabalhadores dos EUA
disseram que seus chefes integraram ferramentas de IA, em comparação
com 38% no final de 2025;
54%
dos trabalhadores globalmente disseram ter usado IA no trabalho durante o ano anterior, mesmo que 14% utilizassem IA generativa diariamente.
E eu não preciso desses dados para saber isso. No meu próprio emprego eu já incorporei em boa parte do meu processo IAs.
O mercado criatvio está sendo atacado pelo desenvolvimento cada vez maior dessas inteligências. Temos a cada 2~3 meses uma nova engine pelos maiores competidores. E sim, elas estão ficando melhores, e sim, elas estão fazendo um bom trabalho quando se pensa em integração com design. Pretendo fazer um outro blogpost sobre o que aprendi que existe com IA.
Porém existem coisas absurdas que estão sendo feitas com a Astra do ChatGPT por exemplo. Aqui vão algumas coisas que eu já vi que foram feitas com ajuda de IA.

Uma visualização do universo feita inteira em ASCII, clicável navegável e com informações sobre cada um dos pontos em que acessamos. Um projeto que pessoalmente levariam talvez anos se feito por uma pessoa, levou cerca de 3 dias usando a IA. Não é uma competição justa.

Um simulador de voo multiplayer rodando direto no navegador.
O Pieter Levels fez o projeto com IA e Cursor, e dá pra voar junto com outras pessoas num mundo 3D. Sim, um jogo de avião.
No navegador.

Uma cidade em 3D onde cada perfil do GitHub vira um prédio. Quanto mais contribuições, mais alto ele fica. Segundo o criador, a primeira versão saiu em um dia usando Claude Code. Um jeito bem mais interessante de olhar pra um monte de números.

Um robozinho passeando por um planeta, coletando luzes e acordando flores estranhas. Feito por Sara Nemati com Astra e Scenario. É um jogo 3D pequeno, mas cheio de personalidade. Dá vontade de ficar ali só olhando.
E é aí que eu volto naquela ansiedade do começo. É muito fácil olhar pra isso e pensar que acabou, que tudo que a gente aprendeu perdeu o valor. Eu também tenho esses momentos. Mas ficar acompanhando cada lançamento como se fosse uma contagem regressiva pro meu desemprego não vai me ajudar em nada.
Hoje eu prefiro aprender a usar, entender onde funciona e onde só me faz perder tempo. Não preciso gostar de tudo que vem junto pra reconhecer que tem coisa útil ali. E também não preciso colocar IA em cada canto da minha vida só porque agora dá.
No fim, eu continuo gostando de criar coisas. Se essa tecnologia me ajuda a tirar uma ideia da cabeça, eu uso. Se a graça está em fazer sozinho, eu faço. Já tem coisa demais que o mercado decide por mim. Essa parte eu ainda quero decidir.